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quarta-feira, junho 23, 2021

Moradores relatam a rotina no Jacarezinho um mês após operação mais letal da história

Moradores da comunidade do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, relataram ao G1 como ficou a rotina da comunidade após a operação policial que deixou 28 pessoas mortas, incluindo um policial civil. A ação, considerada a mais letal da história do estado, completa um mês neste domingo (6).

No dia da operação, a pedagoga Michele Ferreira Brandão Peixoto, de 36 anos, chegou no tempo limite para o seu casamento, porque se atrasou para a cerimônia. Ela contou ao G1 que presenciou um cenário de guerra logo depois das trocas de tiros entre policiais e criminosos.

“Um cenário de guerra. Me senti na Síria, nesses estados israelenses de guerra. Muito feio, tudo destruído. Pessoas desesperadas, assustadas, foi horrível”, afirmou Michelle.

“Eu achei que não ia conseguir casar. Foi um verdadeiro caos, uma guerra. Quando eu consegui sair de casa, eu vi tudo destruído. Muitas balas pelas casas. Quando eu voltei do casamento, estava ainda pior. Vi canos estourados, postes estourados. Lá perto da casa da minha mãe, tinha uma granada”, completou a moradora da comunidade.

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