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segunda-feira, maio 17, 2021

Investimento no combate ao câncer no Amazonas é o maior dos últimos nove anos

O Governo do Estado ampliou os investimentos para o combate ao câncer no Amazonas, no primeiro semestre deste ano, destinando mais de R$ 40,1 milhões à Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon), 20% a mais que em 2018. É o maior volume de recursos aplicado na instituição nos últimos nove anos. Na prática, os valores foram revertidos à compra de quimioterápicos de alto custo, aquisição de insumos e manutenção geral da unidade, que é referência em cancerologia na Amazônia Ocidental.

O investimento também cresceu nas demais fundações neste primeiro semestre de 2019, em comparação com o mesmo período de 2018. No total, o Governo do Estado aplicou nas seis unidades, entre janeiro e junho, R$ 175,8 milhões – R$ 15 milhões a mais que os R$ 160,8 milhões investidos nos seis primeiros meses do ano passado. Além dos R$ 175,8 milhões em pagamentos, há ainda R$ 78,3 milhões já empenhados pela atual gestão para custear despesas das fundações.

Na FCecon, além dos R$ 40 milhões já injetados, outros R$ 30,8 milhões estão empenhados, para garantir um planejamento eficaz à renovação do estoque, continuidade de cirurgias e atendimentos em radioterapia, além do funcionamento de outros setores considerados essenciais na estrutura hospitalar.

“Entendemos que a Política de Atenção Oncológica deve ser prioridade, pois o Amazonas se tornou, há alguns anos, um estado polo para pacientes de toda a região Norte, e tem acolhido inclusive pessoas de outros países. Recebemos a unidade desabastecida, e nosso esforço é no sentido de ampliar, cada vez mais, a oferta de vagas, pois o câncer não pode esperar”, frisou o governador Wilson Lima.

São aproximadamente R$ 71 milhões em empenhos para gastos programados do hospital que, além da área assistencial, tem como um dos braços fortes, o Ensino e Pesquisa.

“Trabalhamos para garantir que nossas pesquisas avancem e para viabilizar a inserção de acadêmicos nessa área, por meio do Programa de Apoio à Iniciação Científica (Paic). É uma forma de estimular a comunidade a participar e se interessar pela oncologia”, explicou o diretor-presidente da FCecon, mastologista Gerson Mourão.

Outras medidas para a manutenção e ampliação da oferta de atendimento já foram adotadas, como mudanças no fluxo dos serviços ambulatoriais e melhor controle no setor de Farmácia, por meio do uso racional de quimioterápicos.

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