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terça-feira, abril 13, 2021

Cabo Maciel solicita promoção aos militares reformados e vítimas da Covid-19

O presidente da Comissão permanente de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Cabo Maciel (PL), protocolizou quinta-feira (25), Requerimento de Indicativo solicitando a Promoção Especial ao Posto ou à Graduação Imediata dos Policiais e Bombeiros Militares vítimas da Covid-19 reformados por invalidez definitiva e Promoção Post-Mortem dos Militares Estaduais vítimas fatais da Covid-19 assim como a concessão de Pensão Especial aos dependentes legais (esposas, maridos e respectivos filhos menores).

Em sua justificativa, Cabo Maciel ressalta que há mais de um ano todos os Países do mundo vivenciam uma grave Pandemia causada pelo vírus Covid-19 que já causou centenas de milhares de mortes em todo o mundo, que a nível global já registra mais de 124.378.693 pessoas contaminadas, com 2.736.980 mortes registradas. No Brasil mais de 12.130.019 pessoas foram contaminadas, com 298.676 mortes registradas. E, em particular, no Estado do Amazonas, um dos Estados brasileiros mais afetados, já causou 340.785 pessoas contaminadas, com 11.836 mortes já registradas.

Nesse contexto, a atual pandemia exige um esforço e dedicação sobrecomum dos profissionais da Saúde, dos Militares das Forças Armadas, dos Militares Estaduais (Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar), e de todos os integrantes das Forças de Segurança Pública segundo rol do Art. 144 da Constituição Federal/1988, os quais encontram-se na linha de frente no combate a Pandemia, no auxílio e proteção da população em geral, cuja exposição já causou centenas de mortes desses profissionais.

Desta forma, – contínua Cabo Maciel -, os Policiais Militares e Bombeiros Militares do Amazonas de forma honrosa, todos os dias posicionam-se na linha de frente no combate a Pandemia causada pelo “Coronavirus”, seja na viabilização das políticas públicas de combate a Pandemia, seja no auxílio direto a população da capital e do interior de nosso Estado, e nesse enfrentamento já perdemos dezenas de vidas de Militares Estaduais, deixando órfãos esposas, maridos, e respectivos filhos, daqueles que honraram o juramento de defender a sociedade mesmo com o risco da própria vida.

Nesse contexto, o Estado não pode abandonar os Militares Estaduais que foram contaminados, e que em razão da doença adquiriram sequelas irreversíveis que ocasionaram a invalidez definitiva, encerrando a carreira Militar de forma drástica.

Nem tampouco, esquecermos dos familiares sobreviventes daqueles Militares que, infelizmente, não conseguiram vencer essa grave doença e foram a óbito, deixando órfãos esposas, maridos, e respectivos filhos.

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